domingo, 11 de dezembro de 2016

Qual o meu conceito de bondade?

Qual o meu conceito de bondade?


Esse é o tema da blogagem coletiva do grupo Interative-se!  BONDADE...

 A bondade vem de dentro para fora, não pode ser vista, somente sentida principalmente por aquele que a recebe.
Aquele que age com bondade, bem esse fica com a melhor parte, que é a gratidão, mas não falo da gratidão que o outro vai externar até chegar em você, falo da gratidão por si mesmo. Sabe aquela sensação de “Isso que fiz valeu a pena”, não sabe? Procure ser bom e você nunca mais vai querer deixar de sentir isso.
A bondade vem direto daquele órgão oco, que tem como função bombear o sangue, sabe aquele tal de coração.
Quem tem bondade olha com os olhos do coração, ela não tem razão, quando toca a alma, envolve-a e revela-se com sensibilidade para o outro.
Às vezes, o outro não consegue enxergar esse maravilhoso quadro que se apresenta envolto pelo prisma da bondade. Mas tudo bem, quem faz o bem não espera o retorno do outro, senão não seria tanta bondade assim, não é. Mas ele espera sim algo, espera essa sensação, que o envolve com tamanha magnitude, que pode até acabar se viciando.
E se existe algum vicio que seja bom, que seja o de fazer o bem. E que, assim seja então... Bondade na veia e vamos espalhar o amor.



sábado, 10 de dezembro de 2016

Dica de Livro - O Livro da Bruxa ("Nunca julgue um livro pela capa ( ou pelo título))"

Livro : O livro da Bruxa 
Autor: Roberto M Lopes

"Nunca julgue um livro pela capa ( ou pelo título)"
Li recentemente O Livro da Bruxa, por indicação de uma amiga virtual. E como vocês devem estar imaginando(e fazendo), eu também, de cara torci um pouco o nariz ao ler o título. Afinal, nós seres humanos somos dados a tirar conclusões precipitada. Nós e nossos pré-conceitos. Imaginei um livro sobre poções ou sobre como vivem as bruxas.Porém, ao ler as primeiras linhas, já me empolguei muito com o livro e vi que ele era totalmente diferente daquilo que imaginei a princípio. 
Nele o autor e protagonista conta sobre sua maravilhosa experiencia ao conhecer e viajar com uma simpática paciente que entra em sua vida de forma peculiar. Essa paciente, uma simpática velhinha que se auto intitula como uma bruxa, o faz refletir sobre sua vida e seu atual modo de encarar as coisas, levando-o a uma reflexão sobre tudo que diz respeito a como saber viver.
O livro é muito rico em ensinamentos de autoconhecimento e traz uma grande lição sobre como conduzimos o nosso tão mencionado destino.
Hoje esta obra tão simples mais muito inspiradora é o meu livro de cabeceira. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pare de se auto sabotar

Todos temos um bichinho lá no fundo da mente que alimentamos durante nossas vidas com pensamentos do tipo: Eu não mereço , é muito para mim, não vou conseguir, sou incapaz, não sou bonita ou boa o suficiente, entre tantos mais.
Sabe como nos desenhos, o anjo e o diabinho, um diz o que  é certo e o outro o que é errado de se fazer. O diabinho também diz que você não é bom o bastante, não devia tentar, deixa para depois... E assim seguimos nossa vida, acreditando em padrões e formas pensamentos moldados pela ditadura da beleza, por seus pais ou pela sociedade, e claro por você mesmo.
E como, ao que parece, fazer parte da natureza humana, temos padrões repetitivos no pensar e no agir.  E essa nossa compulsão à repetição é que nos leva a insistir nesses pensamentos e ações destrutivos.
Devemos quebrar estes pensamento olhar para dentro de nós e analisarmos se realmente acreditamos nisso ou se aprendemos que é assim e pronto. Lição dada é lição aprendida. Mas não precisa ser para sempre (e nem deve ser).
Estamos acostumados com os grandes romances cinematográficos, contos de ódio, amor e paixão, onde os conflitos sustentam toda a emoção do drama do começo ao fim  e muitas vezes embalados neste clima procuramos o mesmo em nossas vidas.
Porém, a realidade é bem diferente, na vida não temos um roteiro escrito com começo meio e fim, aqui nós somos atores, autores, roteiristas, câmera e platéia, de nossa própria obra existencial. E sendo assim, responsáveis por cada ato, cada cena, cada fala, e principalmente pelo desfecho de nossas histórias.
E como fazer isso? Como dar um outro final para uma história que se repete a anos? Um bom começo seria nos conscientizar do nosso papel de sabotador, saber que quem criou e alimentou esse diabinho que insiste em nos colocar para baixo, fomos nós mesmos e que por isso, podemos também retirar suas forças, acabar com seu poder de persuasão sobre nós. Ser capaz de fazer escolhas e defendê-las. 
Mude seu foco, seu modo de olhar para as situação. Se está chovendo justo no dia em que você faria aquele passeio incrível, cabe a você decidir se será um bom dia porque está chovendo ou se será um mal dia porque está chovendo. Escolha, decida e siga em frente.
Pare de se fazer de vitima. Pode até ser que seus pais nunca lhe fizeram um carinho ou você sempre foi a ultima a ser escolhida para o time na escola, mas não faça disso um drama para toda vida, superar é que faz de você um vencedor. Você sabe o que são pessoas resilientes? São pessoas com a capacidade de superar situações difíceis que a vida apresentou, em resumo, elas são vencedoras. Não porque nasceram em berço de ouro e tudo deu certo sempre para elas, mas porque elas deixaram as amarguras, os medos e os obstáculos de lado e seguiram sua trajetória de vida. E acredite todos nós somos dotados de resiliência basta procurar um pouquinho mais lá no fundo.
Busque seus propósitos e procure atingi-los, conheça-se ( e se esforce verdadeiramente nesta tarefa) e de valor a esta pessoa que descobrir ai dentro de você. Tenho certeza que você irá descobrir que...A viagem sempre vale a pena. O destino é apenas uma recompensa.

“Conhece-te, aceita-te, supera-te.”
Santo Agostinho


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Podemos ter cada um uma missão, mas temos apenas um propósito... Amar.



Podemos ter cada um uma missão, mas temos apenas um propósito... Amar.


Qual o significado da vida? Para que viemos? Para onde vamos?
Sabe aquelas perguntas clássicas, do quem sou, onde estou, para onde vou?
Que podem estar martelando na sua mente hoje ou em algum momento já martelaram, mas, sem encontrar respostas, você desistiu de responder. Pois bem, e se eu te disser que a resposta é a mesma para qualquer uma dessas perguntas e serve para qualquer pessoa. O que você me diria? Com certeza que estou louca, ou sendo muito simplória, talvez, muito otimista. É pode até ser, mas pare para analisar se sempre no final a resposta não era (é) essa. Amor.
Amor ao próximo, amor a Deus, amor a você mesmo, amor em todas as suas formas. Pensa comigo. O que você já conseguiu realizar na sua vida e ter sucesso sem amor. Foi por amor que esse mundo foi criado, quantas guerras foram iniciadas em ‘nome do amor”, quantos já não morreram por seu grande amor (são formas distorcidas do amor mas isto não vem ao caso). A literatura fala sobre todas as formas de amor, de amar desde sempre. E as pessoas nunca se cansam de ler sobre ele. Por quê? Por que o amor sempre foi tema e ainda assim sempre um dilema? 
Dia desses estava vendo o filme ‘Frozen’ aquele da história da princesas Elsa e Ana, que como todo desenho da Disney traz uma mensagem de encorajamento. Neste a princesa Elsa que passa a vida infeliz se escondendo de todos e de tudo só descobre a felicidade quando se afasta de todos e aceita-se como é. A partir daí tudo muda, sua visão de mundo (castelo que ela cria), de si mesma, até seu caminhar e penteado mudam. Porém, ainda assim, sua visão é equivocada, apesar de estar livre dos olhares alheios ela continua presa a preconceitos que estão enraizados...ela se isola e cria um mundo só seu e com medo de se mostrar cria um Castelo de ilusões. E para deixar tudo bem mais difícil para si mesma, ela coloca um guardião assustador para afastar qualquer um que ouse tentar se aproximar de seu mundo tão exposto e frágil (quem nunca?!). Somente quando se vê num momento de crise, de vida ou morte, quando algo de precioso lhe é tirado (a vida de sua irmã) é que ela finalmente abre mão de conceitos, paradigmas, opiniões e se arrisca. Perder para ganhar. Ela, então, se abre para o seu verdadeiro eu, e faz isso por amor. O amor a liberta. A livra das amarras que a escravizavam numa vida vazia, sem viço, sem brilho e a remetem direto para o sol, para luz. A magia do amor.
E assim somos nós... quantas vezes tememos sair de nosso castelo para explorar o mundo ou permitir que o mundo nos veja como somos, ou nos permitirmos olhar o mundo por um novo ângulo, uma nova perspectiva.
Talvez seja esta nossa grande missão, encontrarmos a nossa forma de amar, um porquê para amar e principalmente aprender a amar. Amar o outro e a nós mesmos. No fim nossa missão e nosso propósito parecem ser o mesmo, caminham lado a lado na estrada da vida rumo ao destino maior que sempre foi e sempre será...o Amor.

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