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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Você merece a vida que deseja



Você merece a vida que deseja


 Você merece a vida que deseja! Eu poderia encerrar aqui este texto, isso se todos realmente acreditassem nisso, mas infelizmente não.
A grande maioria não acredita nisso, não vive isso, nem busca isso. A grande maioria enxerga a vida conforme a lente que estão usando, ou seja, conforme suas histórias passadas. Contudo a vida é feita de presente e futuro, também.
E se torna muito difícil mudar esse tipo de pensamento, de ponto de vista, que normalmente carregamos (ou arrastamos) a vida toda. Talvez você esteja pensando ‘eu não desejo essa vida que tenho, as coisas apenas são assim’, ou ‘eu não desejei esta doença, ser pobre, ser sozinho, ser infeliz’. Com certeza não, você, conscientemente, não buscou nada disso, mas lá no fundo talvez isto esteja ai. Não vou me aprofundar, nessa questão psicológica, mas só tenha consciência de uma única verdade, nada na vida é por acaso.
Ouvi essa frase nas minhas primeiras aulas da faculdade de psicologia, e carreguei isso por muito tempo, achando que acreditava nisso, sem realmente, verdadeiramente acreditar, hoje é diferente, acredito tanto nisso que cada passo meu, cada fala e principalmente cada pensamento são cuidadosamente analisados antes e depois de emitidos. Por que¿ porque, nada, nada mesmo, é por acaso. A vida nos retorna tudo, inclusive aquilo que pensamos.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Siga seu coração



Siga seu coração

“Tem cérebro na cabeça e pés para caminhar, pode seguir a direção que seu coração mandar”

Uma vez ouvi essa frase em um filme, achei interessante como certas verdades são óbvias demais para levarmos a sério.
Na época eu fazia o oposto total de seguir meu coração e isso me fazia mal. Mas por alguma razão, guardei a tal frase na memória. Não era infeliz, mas não era feliz, eu seguia a vida e achava que aquilo bastava. Acho que sobrevivia, mas não vivia. E por culpa de quem¿ minha e de ninguém mais... E não é bem assim que deve ser.
Sempre li os livros do Paulo Coelho e pensava “ah mas ele vem de família de dinheiro e assim fica fácil sair por ai viajando o mundo e dizer que está seguindo seu coração.”
Sinceramente ainda não me vejo viajando pelo mundo, não por que não possa, mas por que ainda tenho compromissos que não me permitem. Mas isso logo vai se resolver, e daí, Caminho de Santiago aí vou eu, ou Londres talvez, quem sabe Irlanda que é belíssima, pode até ser Porto de Galinhas para começar, todos estão nos planos.
O importante é que, antes eu nem se quer cogitava isso, me parecia impossível. E usava a desculpa da falta de dinheiro para me esconder atrás de um grande e enorme medo de seguir meu coração.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Pare de se auto sabotar

Todos temos um bichinho lá no fundo da mente que alimentamos durante nossas vidas com pensamentos do tipo: Eu não mereço , é muito para mim, não vou conseguir, sou incapaz, não sou bonita ou boa o suficiente, entre tantos mais.
Sabe como nos desenhos, o anjo e o diabinho, um diz o que  é certo e o outro o que é errado de se fazer. O diabinho também diz que você não é bom o bastante, não devia tentar, deixa para depois... E assim seguimos nossa vida, acreditando em padrões e formas pensamentos moldados pela ditadura da beleza, por seus pais ou pela sociedade, e claro por você mesmo.
E como, ao que parece, fazer parte da natureza humana, temos padrões repetitivos no pensar e no agir.  E essa nossa compulsão à repetição é que nos leva a insistir nesses pensamentos e ações destrutivos.
Devemos quebrar estes pensamento olhar para dentro de nós e analisarmos se realmente acreditamos nisso ou se aprendemos que é assim e pronto. Lição dada é lição aprendida. Mas não precisa ser para sempre (e nem deve ser).
Estamos acostumados com os grandes romances cinematográficos, contos de ódio, amor e paixão, onde os conflitos sustentam toda a emoção do drama do começo ao fim  e muitas vezes embalados neste clima procuramos o mesmo em nossas vidas.
Porém, a realidade é bem diferente, na vida não temos um roteiro escrito com começo meio e fim, aqui nós somos atores, autores, roteiristas, câmera e platéia, de nossa própria obra existencial. E sendo assim, responsáveis por cada ato, cada cena, cada fala, e principalmente pelo desfecho de nossas histórias.
E como fazer isso? Como dar um outro final para uma história que se repete a anos? Um bom começo seria nos conscientizar do nosso papel de sabotador, saber que quem criou e alimentou esse diabinho que insiste em nos colocar para baixo, fomos nós mesmos e que por isso, podemos também retirar suas forças, acabar com seu poder de persuasão sobre nós. Ser capaz de fazer escolhas e defendê-las. 
Mude seu foco, seu modo de olhar para as situação. Se está chovendo justo no dia em que você faria aquele passeio incrível, cabe a você decidir se será um bom dia porque está chovendo ou se será um mal dia porque está chovendo. Escolha, decida e siga em frente.
Pare de se fazer de vitima. Pode até ser que seus pais nunca lhe fizeram um carinho ou você sempre foi a ultima a ser escolhida para o time na escola, mas não faça disso um drama para toda vida, superar é que faz de você um vencedor. Você sabe o que são pessoas resilientes? São pessoas com a capacidade de superar situações difíceis que a vida apresentou, em resumo, elas são vencedoras. Não porque nasceram em berço de ouro e tudo deu certo sempre para elas, mas porque elas deixaram as amarguras, os medos e os obstáculos de lado e seguiram sua trajetória de vida. E acredite todos nós somos dotados de resiliência basta procurar um pouquinho mais lá no fundo.
Busque seus propósitos e procure atingi-los, conheça-se ( e se esforce verdadeiramente nesta tarefa) e de valor a esta pessoa que descobrir ai dentro de você. Tenho certeza que você irá descobrir que...A viagem sempre vale a pena. O destino é apenas uma recompensa.

“Conhece-te, aceita-te, supera-te.”
Santo Agostinho


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Podemos ter cada um uma missão, mas temos apenas um propósito... Amar.



Podemos ter cada um uma missão, mas temos apenas um propósito... Amar.


Qual o significado da vida? Para que viemos? Para onde vamos?
Sabe aquelas perguntas clássicas, do quem sou, onde estou, para onde vou?
Que podem estar martelando na sua mente hoje ou em algum momento já martelaram, mas, sem encontrar respostas, você desistiu de responder. Pois bem, e se eu te disser que a resposta é a mesma para qualquer uma dessas perguntas e serve para qualquer pessoa. O que você me diria? Com certeza que estou louca, ou sendo muito simplória, talvez, muito otimista. É pode até ser, mas pare para analisar se sempre no final a resposta não era (é) essa. Amor.
Amor ao próximo, amor a Deus, amor a você mesmo, amor em todas as suas formas. Pensa comigo. O que você já conseguiu realizar na sua vida e ter sucesso sem amor. Foi por amor que esse mundo foi criado, quantas guerras foram iniciadas em ‘nome do amor”, quantos já não morreram por seu grande amor (são formas distorcidas do amor mas isto não vem ao caso). A literatura fala sobre todas as formas de amor, de amar desde sempre. E as pessoas nunca se cansam de ler sobre ele. Por quê? Por que o amor sempre foi tema e ainda assim sempre um dilema? 
Dia desses estava vendo o filme ‘Frozen’ aquele da história da princesas Elsa e Ana, que como todo desenho da Disney traz uma mensagem de encorajamento. Neste a princesa Elsa que passa a vida infeliz se escondendo de todos e de tudo só descobre a felicidade quando se afasta de todos e aceita-se como é. A partir daí tudo muda, sua visão de mundo (castelo que ela cria), de si mesma, até seu caminhar e penteado mudam. Porém, ainda assim, sua visão é equivocada, apesar de estar livre dos olhares alheios ela continua presa a preconceitos que estão enraizados...ela se isola e cria um mundo só seu e com medo de se mostrar cria um Castelo de ilusões. E para deixar tudo bem mais difícil para si mesma, ela coloca um guardião assustador para afastar qualquer um que ouse tentar se aproximar de seu mundo tão exposto e frágil (quem nunca?!). Somente quando se vê num momento de crise, de vida ou morte, quando algo de precioso lhe é tirado (a vida de sua irmã) é que ela finalmente abre mão de conceitos, paradigmas, opiniões e se arrisca. Perder para ganhar. Ela, então, se abre para o seu verdadeiro eu, e faz isso por amor. O amor a liberta. A livra das amarras que a escravizavam numa vida vazia, sem viço, sem brilho e a remetem direto para o sol, para luz. A magia do amor.
E assim somos nós... quantas vezes tememos sair de nosso castelo para explorar o mundo ou permitir que o mundo nos veja como somos, ou nos permitirmos olhar o mundo por um novo ângulo, uma nova perspectiva.
Talvez seja esta nossa grande missão, encontrarmos a nossa forma de amar, um porquê para amar e principalmente aprender a amar. Amar o outro e a nós mesmos. No fim nossa missão e nosso propósito parecem ser o mesmo, caminham lado a lado na estrada da vida rumo ao destino maior que sempre foi e sempre será...o Amor.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

PRINCÍPIO DO VÁCUO (Joseph Newton)

PRINCÍPIO DO VÁCUO (Joseph Newton)


Você tem o hábito de juntar objetos inúteis neste momento, acreditando que um dia, não sabe quando, poderá precisar deles?Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro poderá fazer falta?
Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo? E dentro de você?
Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?

Não faça isso. É anti prosperidade.É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja.
Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam circular.
Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem. 
 
Dê o que você não usa mais. Venda, troque, movimente e não acumule.
Dê espaço para o novo.
A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida. Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar.
Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência. 

É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
  
Primeira: Você não confia no amanhã e; 
Segunda: Você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis. O princípio de não acreditar que o melhor é para você, pode se manifestar, por exemplo, na conservação de um velho e inútil liquidificador. Esse princípio, expresso num objeto, denota um comportamento que pode também estar presente em outras áreas da sua vida, gerando entraves ao sucesso e à prosperidade.  
O simples fato de dar para alguém o velho liquidificador, colocando o objeto em circulação, cria um vácuo para que algo melhor ocupe o espaço deixado.
Emocionalmente, também.
 
Você passa a acreditar que o novo compensará o objeto doado.
Gente, uma faxina básica, apesar da trabalheira e do cansaço que provoca, ao final é sempre bem vinda. Arejar espaços, fora e dentro da gente faz um bem enorme!
 
Desfaça-se do que perdeu... a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!
As pessoas são solitárias porque constroem paredes ao invés de pontes.”Essa última passagem é perfeita. Pessoas solitárias constroem paredes, quando deveriam construir pontes para obterem ligações com seus semelhantes… É óbvio, porém, poucos colocam em prática, parece-me que alguns têm medo de ser solidários, enquanto outros, medo da solidariedade.






sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Uma vez uma colega me disse ...

Uma vez uma colega me disse que não via motivos para voltar a estudar ou fazer cursos, afinal já estava numa “certa idade”. Bem, não vou dizer aqui a idade dela, mas ela já havia adentrado a casa dos “entas”. Na época eu acabei concordando com ela. Não tinha argumentos e na verdade, achava que realmente ela não deveria estudar, buscar conhecimento, se já estava com a tal “certa idade”.
Hoje definitivamente não vejo mais assim. Não somente porque abri meus olhos para a luz da espiritualidade que entende essa vida como uma passagem e onde o que aprendemos levamos sim conosco por toda nossa existência, seja aqui ou em outro plano ou até outras vidas.
O certo é que, não concordo mais com o que minha colega disse, principalmente, porque a vida é como um rio que flui e não pára, e a cada local que passa, por todo o seu leito, refaz suas energias, torna-se mais forte ou fraco conforme o correr da correnteza, conforme os obstáculos pelo caminho e sendo assim, porquê não aprender, se renovar em cada parada.
Aprender é tão prazeroso, porque se privar disso? Aprender abre horizontes, porque se limitar?
Então amiga, se hoje estiver lendo estas linhas, somente lhe digo 'não’ eu não concordo mais com isso. Se você tem esse desejo, deixe ele fluir, deixe a correnteza de novos conhecimentos tomar conta de seu ser plenamente, jogue-se nesse rio até que ele desemboque no mar e não pare. Adentre esse mar de renovações e avance mais e mais... jamais pare por obstáculo algum, porque a vida não costuma fazer paradas, às vezes ela só muda de sentido, e te joga para outra margem do rio. E nunca se sabe o que pode haver do lado de lá!

Quais são os seus motivos para não sonhar?


Quais são os seus motivos para não sonhar?
Por que nos limitamos ao básico, ao trivial? Arroz com feijão é bom, mas, às vezes, um sanduba de almoço ajuda a encarar a vida com mais ânimo.
Vamos imaginar que você ganhou um prêmio da vida ... ganhou o direito de realizar um sonho ...o que você diria para a vida? Você tem esse sonho? Ou teria que parar para pensar? Você teria coragem de dizer qual é este sonho? Teria coragem de vivê-lo? Por que deixamos de sonhar? Por que não acreditamos em nossos sonhos?

Todos falam em viver seus sonhos, correr atrás dos sonhos, mas por que para a grande maioria isso parece impossível. Eu, por exemplo, já tive diversos sonhos dos quais hoje nem me lembro, pelo menos não de todos, a grande maioria se perdeu quando cresci ...fui trabalhar  e estudar …. estudar para realizar um sonho e ele se perdeu pelo caminho (estranho né) e na verdade isso aconteceu sem que eu percebesse, como se fosse natural deixar de sonhar, mas principalmente de tentar realizá-los (ao menos tentar).
E quando paro pra pensar o que aconteceu...Bem, comigo foi que deixei de crer em mim, deixei de acreditar que merecia este ou aquele sonho mesmo os menores, os mais fáceis, nenhum sonho cabia na minha agenda, não dava ... melhor deixar para amanhã...para depois… quando der...nunca mais... Cai na rotina e me esqueci de viver. Eu estava sobrevivendo. Veio também, algumas decepções, fracassos e deixei tudo isso ser maior que os sonhos.
Um dos sonhos que coloquei de lado, até esquecer foi o de escrever. Até arrisquei uma vez, mas como “Não tinha tempo” e nem dinheiro, ele foi esquecido.  Hoje percebo que tive medo. Medo da rejeição, medo de não dar certo, medo de tentar, medo de... enfim, medo de tudo. Era mais fácil me esconder atrás do tempo... da falta dele.
O tempo. É ele o seu inimigo? Creio que não. Talvez a rotina, falta de fé, falta de coragem, falta de sonhos…
Cada um tem uma desculpa, isso mesmo d-e-s-c-u-l-p-a...porque não há nada que nos impeça de nada, a não ser nós mesmos.
Mas a questão financeira não pesa? Sim, falta de dinheiro pode ser um bom oponente…. mas não uma barreira. Realize primeiro os sonhos que não precisa de dinheiro (eu estou escrevendo num blog gratuito) depois que sentir o gosto do sonho realizado, creio que dinheiro vai ser um oponente que precisa ser desafiado e vencido, mas não uma barreira intransponível.
Vai ser fácil? Sinceramente não sei, para mim não foi, não é, mas depois que rompi essa barreira ou melhor venci meu oponente uma primeira vez...Ah! amigo,  ninguém me segura...escrever já estou escrevendo...os outros, os esquecidos, estou tratando de correr atrás, até dos que ainda nem sonhei. E quando chegar lá, daí eu conto. A única certeza que tenho é que vale a pena. É uma sensação incrível que só nós, os sonhadores (e realizadores ou talvez desafiadores) podemos descrever, na verdade não podemos descrever, só sentir. É a plenitude. É a total falta de palavras.
O medo ele ainda existe, por vezes eu o sinto me rondando, mas agora ele já não me assusta tanto, resolvi que ele faz parte de todo o processo e aprendi a conviver com ele. A não me envolver com ele, estou me relacionando com o novo com o desconhecido, e o medo não gosta disso , acho que ele tem medo (rs). Enfim, ele só espreita e nada mais.
Meus sonhos hoje são maiores do que meus medos...eu sou maior!
E você tem sonhado ultimamente? Me conta aí.


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