domingo, 23 de dezembro de 2018

Afirmações positivas, por que você deve fazer?



Qualquer um que resolver imergir em seu crescimento pessoal, realização profissional, financeira e afins com certeza em algum momento irá se deparar com as tais afirmações positivas como forma de crescimento e expansão da mente, além de ser uma grande aliada na conquista de objetivos e metas.
Fazemos afirmações todos os dias, o tempo todo, porém, nem sempre essas afirmações são positivas. Afirmações como ‘Eu odeio minha vida’ ou ‘Detesto meu trabalho’ também são afirmações só que negativas, e estas, mesmos que, muitas vezes saiam ‘sem querer’ estão a confirmar padrões e pensamentos negativos que nos levam cada vez mais para o caminho contrário do que realmente almejamos.
Afirmação é qualquer declaração que você venha a fazer, e isso inclui até mesmo as inconscientes e negativas.
E porque elas são tão importantes? 

MEDITAÇÃO E MATERNIDADE

Ah! desculpa, se você esperava que esse fosse um artigo sobre como a meditação pode ajudar com a maternidade com dados e pesquisas sobre o assunto, sinto muito. Até posso acrescentar algo do tipo como… Muitos são os motivos que podem te levar a querer iniciar esta prática cujo os benefícios estão cada vez mais sendo amplamente divulgados. Como melhorar a criatividade. Visualização de metas. Estabelecer conexão espiritual. Bem como, a meditação é definitivamente um dos principais hábitos das pessoas que conseguiram realizar suas metas de vida e obtiveram sucesso.
Contudo este artigo está mais para como faço para meditar sendo mãe de um menino de 7 anos. É isso mesmo, nós mães também meditamos e acredite não é tarefa fácil. Ou não era até eu me adaptar a esta condição.
Você também pode estar pensando: “Ah mas isso não deve te impedir, afinal, toda mãe moderna, sabe que deve buscar um tempo para si mesma”. E isso bem é verdade, mas não é assim tão praticável, como toda a mãe moderna também sabe.
Filhos exigem muito de nós. E não estou reclamando, o meu é a minha melhor parte. Mas ás vezes, ou melhor, sempre, temos que nos adaptar a maternidade com muito jeitinho.

Como eu medito

Recentemente comecei a prática da meditação, entre outras práticas, e tempo é um ponto a ser trabalhado com certeza. Sendo o meu pequeno muito apegado e junto a isso soma-se aquele radar infantil que sabe exatamente quando te procurar nos momentos em que você mais precisa de um tempo em paz, de individualidade, de privacidade. Como quando você está no telefone e eles resolvem contar toda a história de como o dinossauro do bem venceu o do mal. Ou quando você precisa fazer o número dois e eles não saem da porta pedindo algo que poderia esperar mais alguns minutos. Pois bem, meus momentos de meditação estavam sendo assim, tomados por interrupções constantes. E por mais que possam parecer necessárias para os nossos pequenos, que tanto querem chamar nossa atenção, poderiam esperar cinco minutinhos para nós.
Quando ele era bebê e dormia eu aproveitava. Aproveitava e dormia também, quando um pouco maior, não, isso não mudou, mas hoje com certeza durmo antes dele (rs). Ou seja o único tempo pra meditar que tenho, estou na companhia de um menino de 7 anos, que por enquanto, se recusa a me acompanhar nesta prática. Na verdade ele diz que jamais irá meditar mas ele também diz que nunca vai namorar então…não coloco minha fé em nenhum dos dois. Diante destas circunstancias, ou eu aprendia a me concentrar o máximo possível mesmo com ele ao meu lado jogando Minekraft ou meditar entraria para lista de coisas para realizar no próximo ano ou vida.
Descobri que não é o ideal, mas é possível e que como tudo acontece aqui dentro de mim. Ao me concentrar nessas condições, criei uma introspecção maior uma forma de me ligar, me conectar, com meu eu interior. Mais forte até do que se estivesse em um ambiente tranquilo.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018


Olá pessoal estou convidando  vocês para participar de um curso gratuito de Autoconhecimento. Com início em 01/12. O curso será  pelo WhatsApp segue o link. Espero vocês lá.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Tudo passa... até o gosto amargo dos remédios (e da vida)



Dia desses me vi sendo obrigada a tomar um remédio amargo, de gosto terrível; era meio da tarde e só depois que tomei o tal remédio foi que me dei conta que não tinha nada para colocar na boca para amenizar aquele gosto terrível. Estava em um momento e local que não era possível sair para comprar uma água ou uma balinha. Na bolsa nem um chiclete velho para me consolar e não ia pedir a um estranho algo de comer. Presa ali, o gosto persistia e, às vezes, me via fazendo até caretas.
Só pensava naquele gosto e na minha falta de atenção comigo mesmo, meu descuido em não me certificar antes se teria ou não algo para aliviar caso o gosto fosse ruim.
Minutos se passaram e comecei a me conformar que ficaria sentindo aquele gosto até poder sair dali.
Mais minutos se passaram e aos poucos fui me distraindo com meus pensamentos... meu próximo compromisso, algo que esqueci no trabalho, a lição de casa do filho, ligar para marcar consulta, uma pessoa que passou por mim falando sozinha, um pássaro que pousou ali bem perto; e outros tantos pensamento e cenários.
Quando dei por mim havia esquecido do remédio, o gosto ruim tinha passado, meu compromisso ali se encerrou e eu segui com a vida.
O que naquele momento parecia ser algo enorme, um problema quase sem solução, se mostrou ser mínimo, e acabou passando.
Como tudo que na vida passa. Ficando apenas a lembrança do gosto, o ensinamento para nunca deixar de ter uma balinha na bolsa para emergências (rs) e uma coisa muito boa, pois pouco tempo depois, mesmo com seu gosto ruim, o remédio cumpriu sua função e o mal-estar que sentia passou e tudo ficou bem.
Engraçado que esse episódio quase inexpressivo me fez refletir sobre a vida e quantas e quantas vezes dei tanta importância a algo ruim que logo passou e no fim foi até bom para mim - uma mudança, um termino, um (re)começo…  a vida é sabia e como o gosto amargo de remédio vem e vai, os problemas, as dificuldades também.
O que aprendemos com isso, este processo e o que fazemos com esse aprendizado é o que fica, e faz todo o remédio de gosto ruim que a vida nos faz engolir (ou nos mesmos nos impomos) que valem a pena no final.


Obs. O tal remédio é natural estou aprendendo a me tratar o mais naturalmente possível e recomendo.

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